As hitórias

Brites de Almeida jamais poderia imaginar que uma única noite seria suficiente para virar o seu mundo do avesso.

Entre segredos que não podem ser revelados, desejos que não deveriam existir e amores que desafiam tudo aquilo em que acredita, Brites descobrirá que nem sempre o coração distingue aquilo que deve amar daquilo que deve temer.

Num tempo em que a lealdade se paga com sangue e o pecado pode custar uma alma, terá de escolher entre aquilo que lhe é exigido e aquilo que, contra todas as regras, deseja.

Entre o dever e a paixão.

Entre a pátria e o pecado.

Há escolhas que podem salvar um Reino.

E outras que podem condenar uma alma.

A Padeira de Aljubarrota (#1 Lusitânia Sombria)

Lusitânia Sombria é uma série que se atreve a entrar onde os livros de História nunca chegaram.

Entre batalhas, lendas e nomes eternizados pelo tempo, existem histórias escondidas. Histórias de desejo, pecado, paixão e segredos que jamais foram escritos.

O primeiro volume leva-nos até Brites de Almeida, a lendária Padeira de Aljubarrota, conhecida por ter matado sete castelhanos com a pá do forno. Mas antes de se tornar lenda, Brites era uma mulher.

Uma mulher com desejos. Com vontades. Com uma fome que não se limitava à vingança.

Nesta novela, a História encontra o proibido numa narrativa de amor, desejo, entrega e paixão, onde os limites são desafiados e aquilo que deveria permanecer escondido é vivido sem medo. Uma história breve e intensa, onde o proibido deixa de ser pecado para se tornar tentação.

Porque algumas lendas não nasceram para ser contadas como a História manda.
Nasceram para ser vividas.

Madalena é a chefe da maior rede de crime organizado da atualidade. Implacável e fria, é uma máquina de guerra talhada pelas mãos da crueldade. Num mundo de homens, ela é "A Mulher" que não verga.

Até aparecer Sebastião, o seu amor há muito perdido nas teias do tempo, decidido a reconquistá-la.

Mas a sua boneca já não é aquela menina indefesa que ele conheceu, e o seu passado carrega as cicatrizes da maldade humana como uma constante lembrança de que o que está danificado nunca mais tem cura.

Irá o amor deles prevalecer sobre a dor?

Uma narrativa crua, sem redenção, onde a amizade é família e o amor uma casa precária construída em guerra aberta com o vazio.

Lágrimas de Obsidiana

Depois de tantas leituras de dark romance, de devorar o género como quem bebe um copo de água, havia algo que continuava a faltar.

Onde estavam os livros em que a personagem feminina não era apenas uma coitadinha à espera de ser salva pelo homem?

Porque é que grande parte dos livros traduzidos parece seguir a mesma fórmula? Stalkers, homens obsessivos, protagonistas masculinos quase inalcançáveis e mulheres que acabam, de uma forma ou de outra, a precisar deles para se salvarem.

É tudo demasiado igual e foi precisamente dessa sensação que nasceu este livro.

Não apenas da vontade de contar uma boa história, mas da necessidade de criar uma história diferente.

Uma história onde a Mulher tem espaço para ser forte, determinada e corajosa, sem que isso apague as suas fragilidades ou os traumas que carrega.

Onde o homem pode simplesmente ser homem. Sem precisar de chegar montado num cavalo branco (mota) para assumir o papel de salvador.

Onde as doenças mentais não são um adereço narrativo nem uma característica romantizada, mas têm lugar à mesa e fazem parte daquilo que somos.

E, acima de tudo, um livro onde o amor não precisa de ser grandioso, perfeito ou impossível.

Um livro onde o amor é simples.